A continuação da saga HBGary

Mais uma crónica na Ars Technica, que mantém um dossier sobre o tema de segurança mais interessante da actualidade: Black ops: how HBGary wrote backdoors for the government.

A história é fascinante e as reportagens são longas e (procuram ser) detalhadas. Sem entrar em cópias e citações introdutórias, não resisto a deixar aqui um excerto, retirado do final deste último folhetim sobre black-ops, e que, na minha opinião, deve ficar bem vincado em ambos os lados do cérebro:

Enquanto os hackers recebem a maior atenção pelos seus rootkits e botnets e malware, actores Estatais usam as mesmas ferramentas para jogar um jogo diferente – o Grande Jogo – e pode surgir brevemente num computador perto de si.

Esta é mais uma razão a juntar às (muitas) razões para levarmos muito a sério a segurança das nossas infra-estruturas, dos sistemas, e das aplicações. E, em particular, a segurança das soluções que suportam os sistemas mais vitais para o país. Sei que já escrevi isto várias vezes, e, também, já o disse outras tantas – é compulsivo.

Vamos deixar a segurança na mão de quem é não é avaliado por ela? Vamos continuar nesse registo? Vamos esperar pelo primeiro impacto para mudarmos a direcção?

A quem possa interessar.