Zuckerberg, Assange e a nova transparência mundial

John Heilemann na New York Magazine:

Num mundo digital e interligado, Zuckerberg, Assange, e as suas organizações, são meros avatares da marcha inexorável em direcção a um grau de transparência radicalmente maior das nossas esferas pessoais, culturais, e políticas. A questão sobre a nova transparência não é como impedi-la – porque não podemos. A questão é como viver com ela.

in Caught in their web.

Um artigo interessante (!) e uma passagem mesmo na mouche, embora pense que iremos encontrar um equilíbrio qualquer, algures a meio do percurso, resultado da experiência que iremos adquirir neste novo paradigma. Uma experiência que ainda não adquirimos, mas que iremos conquistar, necessariamente, quanto mais não seja porque estamos na mesma era, no mesmo momento, a vivenciar a mesma corrente. Provavelmente iremos estabelecer um compromisso a meio caminho, entre a máxima da privacidade absoluta, e a vaga da partilha sem critérios, a tónica do momento inebriante que vivemos hoje em dia.