A história das botnets

Botnets. Ou, de uma forma mais simples mas em extensão, grupos com milhares (ou milhões) de computadores que foram papados por vírus, cavalos-de-Tróia e outros bichos do mato, que estão localizados por todo o mundo, e que são controlados remotamente, sub-repticiamente, por um ou mais javardolas que ganham umas massas por alugar essas máquinas a organizações ou indivíduos criminosos. Em extensão, é isto que caracteriza uma rede de computadores zombies, also known as botnets.

E sim, a vossa máquina pode fazer parte de uma dessas redes (este é aquele momento em que os temerários partem a moca a rir, e os mais maduros olham inconscientemente para o canto inferior do ecrã, para aquele sítio onde esperam encontrar o sinal do antivirus a correr).

Agora sem mais larachas, segue a referência para um conjunto de três artigos de Rik Ferguson, sob a bandeira da Trend Micro, que nos contam (uma parte da) história das botnets. Intitula-se, como é natural, The history of the botnet e está disponível por aqui: a primeira parte, a segunda, e, finalmente, a terceira.