Qual é o melhor antivírus?

A resposta mais curta é... depende. Depende de vários factores, nomeadamente, do contexto em que vai ser instalado (e.g. os requisitos de gestão num ambiente particular e numa empresa são diferentes), dos requisitos de desempenho das máquinas que serão protegidas (há antivírus mais eficientes do que outros), da capacidade financeira de quem for pagar a factura (há sistemas para várias classes de carteiras, desde antivírus gratuitos até versões upa-upa), e, como é óbvio, da sua eficácia na protecção e eliminação da bicharada.

Apesar de ser necessário avaliar cada produto segundo este rol de critérios, e de testar vários sistemas para medir a sua adequação em cada ambiente concreto, há um destes parâmetros que, pela dificuldade da sua análise, acaba por ser determinado por um acto de fé. Qual? A eficácia.

Com o objectivo de classificar e certificar produtos antivírus, a AV-Test, uma empresa Alemã, põe em confronto directo, de um lado, cada um dos sistemas em avaliação, e, do outro lado, um leque muito alargado de bicheza virulenta e maléfica. A classificação de cada um dos produtos depende, directamente, do resultado de cada uma das batalhas. E o vencedor não é sempre o mesmo; vai mudando ao longo do tempo, em cada um dos trimestres em que se realizam confrontos.

Qual é o melhor antivírus? Qual é o mais eficaz? Não sei. Mas quando preciso ver as estatísticas de combate vou procurá-las na AV-Test, disponíveis por aqui: av-test.org/certifications. Take a peek.